NFT (Non-Fungible Token): o que é, para que serve, como criar, vender e comprar

NFT ainda é um conceito muito abstrato para muitas pessoas, mas é importante entender seu significado para saber como as transações podem ocorrer no futuro. No metaverso, os tokens não-fungíveis tendem a ser importantes para garantir a segurança das transações digitais. Saiba tudo agora sobre non-fungible tokens.

Atualizado em: 25/04/2022
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Você já deve ter percebido que boa parte das nossas vidas já é digital, não é? Encontramos amigos nas redes sociais, temos reuniões online, assistimos a aulas virtuais e compramos produtos pela internet, de marcas que vendem no e-commerce e investem no marketing digital.

Se as nossas vidas são cada vez mais digitais, não surpreende que as coisas que a gente compra, troca ou coleciona também sejam digitais, certo? Isso ajuda a explicar o surgimento e a explosão dos NFTs, que servem para validar as transações virtuais e registrar a autenticidade desses ativos digitais.

NFTs estão valorizados, envolvem vendas milionárias e são vistos como uma forma poderosa de ganhar dinheiro. Eles prometem uma revolução nas transações virtuais. Apesar disso, muita gente não compreende bem esse conceito e tem certa desconfiança com tanta promessa…

Por isso, vamos entender melhor o que significa esse conceito e como você pode aproveitar esse novo mercado. Acompanhe agora para saber tudo:

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    O que é NFT (Non-Fungible Token)?

    NFT é um registro público de autenticidade e propriedade de ativos digitais, realizado por meio da tecnologia do blockchain. É a sigla para Nun-Fungible Token, que significa token não-fungível. O nome é estranho para a maioria das pessoas, por isso vamos explicar melhor.

    No mercado de criptomoedas, um “token” é a representação digital de um ativo financeiro, ou seja, um bem que pode ser negociado no mercado.

    Quando inserido em uma blockchain, o token assume o papel de um contrato, que garante a propriedade de um ativo digital — agora como criptoativo, protegido por criptografia e existente apenas em registro digital — a quem possui aquele token.

    Já o termo “fungível” se refere a ativos que podem ser substituídos por outros da mesma espécie, sem perder seu valor original. Uma nota de R$ 100, por exemplo, é fungível, porque pode ser substituída por outra nota com o mesmo valor. Portanto, um ativo “não-fungível” é aquele que não pode ser substituído por outro de igual valor — é único e exclusivo.

    Agora, podemos entender melhor o que é um token não-fungível: um contrato que garante a propriedade e a autenticidade de um ativo digital dentro de uma rede de registro público.

    É como se você comprasse a pintura original da Guernica, de Pablo Picasso, e tivesse a nota fiscal dessa compra. O token não-fungível, vale ressaltar, seria a nota fiscal, o registro da transação, não a própria Guernica. Esse registro, então, aponta para o lugar em que você tem acesso à obra original.

    Portanto, quando falamos em NFT, estamos falando apenas do registro de um ativo digital. Porém, você vai ver que é comum usar o termo NFT para se referir à própria produção, como uma obra de arte ou um meme da internet.

    NFTs e blockchain

    Blockchain não é uma empresa, não é um produto, nem um único sistema. Blockchain é um conceito de arquitetura de dados que estabelece um registro público de transações. Funciona como um grande livro contábil das movimentações realizadas entre seus integrantes.

    No blockchain, não existe regulação nem intermediação centralizada — são os próprios integrantes da rede, de maneira descentralizada, que analisam e validam as transações. Quando são aprovadas, elas são registradas em blocos de dados criptografados, que são encadeados uns aos outros para criar códigos únicos e imutáveis.

    Então, o blockchain garante a segurança e a confidencialidade das transações por meio da criptografia e do modelo em rede descentralizada. Pode parecer estranho, mas é esse conceito que vem sendo usado nas transações de NFTs e criptomoedas e é apontado como o futuro do mercado financeiro.

    Quando uma pessoa vende um NFT, por exemplo, o blockchain registra essa transação com a assinatura digital das duas partes, que é criptografada. Então, os integrantes da rede avaliam a venda para atestar sua validade e a autenticidade do ativo digital. Se for aceita, os dados da transação compõem um bloco, que, por sua vez, é encadeado a outros blocos para garantir sua imutabilidade.

    NFTs e criptomoedas

    NFTs e criptomoedas fazem parte do blockchain e desse novo universo de ativos e transações digitais. Eles utilizam criptografia e passam pela avaliação dos integrantes da rede para atestar a autenticidade e garantir a segurança das transações realizadas com eles.

    Mas existe uma diferença fundamental entre esses conceitos: enquanto os NFTs são não-fungíveis, as criptomoedas são fungíveis, ou seja, podem ser substituídas por outros ativos de igual valor — como acontece com as moedas físicas.

    Por isso, criptomoedas são usadas para realizar transações no blockchain, inclusive em negociações do mercado de investimentos e na compra e venda de NFTs. Sim, se você quiser comprar NFTs, precisa ter dinheiro em criptomoedas, como bitcoin ou ether.

    NFTs e metaverso

    O metaverso é a nova realidade virtual em que podemos viver nos próximos anos ou décadas. Trata-se de um ambiente digital imersivo em que vamos vivenciar, por meio de avatares, grande parte das nossas vidas — nossas relações sociais, reuniões de trabalho, encontros entre amigos, compras no shopping e muito mais.

    Nessa nova realidade, cria-se uma economia independente e totalmente digital, baseada em blockchain, criptomoedas e, é claro, NFTs.

    Nesse contexto, os tokens não-fungíveis devem ditar a dinâmica econômica do metaverso nas transações de ativos digitais, como terrenos, casas e roupas virtuais. São eles que vão garantir a segurança de transações que não envolvem moedas físicas nem ativos tangíveis.

    Para saber mais sobre o metaverso, temos alguns artigos que vão ajudar você a aproveitar essa nova realidade virtual:

    Para que serve um NFT?

    NFTs servem para registrar a propriedade e a autenticidade de ativos digitais em uma rede pública. Por meio de tokens não-fungíveis, a pessoa registra compras em seu nome para garantir que seja proprietária de uma criação original e autêntica.

    Isso ajuda a explicar a aura que existe em torno dos NFTs. Os proprietários dos tokens não-fungíveis ganham certo poder de ostentação, já que eles têm o registro original de ativos de valor, que não podem ser substituídos.

    Por isso, os NFTs servem atualmente para comercializar itens raros e colecionáveis, que podemos chamar de “objetos de desejo”, só que no universo digital.

    As pessoas desejam ter o registro original de uma obra de arte digital, por exemplo, mesmo que ela possa ser reproduzida livremente nas redes sociais. Assim, eles se tornam símbolos de status e meios de reconhecimento social.

    Porém, acredita-se que os NFTs devem servir no futuro para registrar as transações virtuais que vamos realizar no metaverso. Se a vida digital se tornar mais relevante que a física, como promete essa nova realidade virtual, os NFTs vão ser importantes para registrar a autenticidade e a propriedade de ativos digitais.

    Imagine, por exemplo, que uma pessoa compre um terreno virtual em uma plataforma do metaverso, como Decentraland ou Roblox. A compra, realizada em criptomoedas, deve ser registrada no blockchain como NFT para garantir a propriedade daquele terreno à pessoa que o adquiriu.

    O que pode virar um NFT?

    É possível registrar quase todo tipo de produção digital por meio de tokens não-fungíveis. Estes são apenas alguns exemplos:

    • obras de arte;
    • itens colecionáveis;
    • recursos de games;
    • músicas;
    • filmes e vídeos;
    • posts de redes sociais;
    • GIFs.

    Para você ter uma ideia do que já foi comercializado como NFT, vamos trazer agora alguns exemplos, como o primeiro NFT da história: “Quantum”, do artista nova-iorquino Kevin McCoy. Trata-se de uma animação psicodélica em forma de octógono, com círculos internos que piscam em tons fluorescentes.

    A obra foi vendida em 2014 por meio de um código que Kevin McCoy desenvolveu em parceria com o programador Anil Dash, com o objetivo de permitir que os artistas vendessem, rastreassem e se apropriassem de suas obras digitais. Em 2021, a obra foi vendida novamente por U$ 1,4 milhão.

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    Fonte: Hyperallergic

    Outro exemplo interessante é a venda do GIF do Nyan Cat como NFT. A animação, criada por Chris Torres e compartilhada pela primeira vez no YouTube em 2011, foi vendida por 300 Ether (mais de U$ 900 mil na cotação atual) na plataforma de criptoarte Foundation.

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    Fonte: Gizmodo

    Em março de 2021, o Kings of Leon se tornou a primeira banda a lançar um álbum como NFT. A banda criou uma série chamada “NFT Yourself”, que incluiu uma versão especial do álbum “When You See Yourself”, acesso a artes audiovisuais e vantagens em shows da banda. Você ainda pode encontrar os itens à venda na plataforma OpenSea.

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    Por que os NFTs valem tanto? 

    Uma regra básica da economia diz que quanto mais escasso for um bem, mais caro ele será no mercado. Isso ajuda a explicar o valor dos NFTs: a ideia de que aqueles ativos digitais são escassos, como os originais de obras de arte digitais, ajuda a valorizar os tokens não-fungíveis.

    Acrescenta-se a isso a busca crescente por NFTs, à medida que o assunto toma conta das conversas, desde as mesas de bar até os programas mais populares da televisão. Assim, cada vez mais os olhos de compradores e investidores se voltam para os NFTs.

    Assim, vale retomar mais uma regra básica da economia: quanto mais procura houver por um bem, mais caro ele será no mercado. No caso dos NFTs, quanto mais pessoas querem adquirir tokens não-fungíveis, mais valor eles ganham.

    As pessoas se dispõem a pagar mais por eles, a fim de garantir o acesso ao bem e como sinal de distinção social. Não é por acaso que tantos famosos estão comprando NFTs. Sua intenção não é simplesmente ganhar dinheiro, mas principalmente status, em um mercado que está em ascensão.

    Muitas vezes, as plataformas de NFTs utilizam o modelo de leilão para comercializar os tokens não-fungíveis. Então, a competitividade pela posse de ativos digitais também aumenta mais os valores.

    São esses fatores que levam aos valores milionários das transações de NFTs. De acordo com a Reuters, o mercado de NFTs movimentou quase U$ 25 bilhões em 2021.

    Para muitas pessoas, pagar milhões de dólares por uma imagem digital não faz sentido. Mas a lógica é a mesma, por exemplo, de colecionadores de obras de arte, que pagam o que for necessário para ter a posse de objetos tão raros e exclusivos.

    Mas também é importante saber que nem todas as transações de NFTs são assim. As vendas milionárias ganham os holofotes e despertam curiosidade, mas a maior parte delas não alcança esses valores. A Reuters mostra que a maioria dos NFTs custam menos de U$ 1.000, como você vê no gráfico abaixo.

    Além disso, é possível perceber que o interesse em NFTs está diminuindo, à medida que resfria o hype em torno desse conceito.

    Conforme o Google Trends (imagem abaixo), o pico de buscas por esse assunto no mundo inteiro aconteceu no início de 2022, mas já caiu bastante. Essa redução pode significar, em breve, uma diminuição também dos valores exorbitantes dos NFTs.

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    Vale a pena investir em NFT? 

    Como você já deve ter percebido, o mercado de NFTs ainda é muito recente e gera muitas dúvidas. Não é algo popular, que faça parte do dia a dia da maioria das pessoas. Apesar disso, muita gente já investe em NFTs, como forma de fazer seu dinheiro render no futuro.

    Se você também pensa em investir em NFTs, é importante se informar bastante para avaliar as vantagens e desvantagens desse tipo de investimento. Vamos analisar melhor agora.

    Investimentos em NFTs envolvem alto risco. Trata-se de um mercado novo, ainda não consolidado, que ninguém sabe aonde vai chegar. Portanto, podemos entender ainda como uma aposta para o futuro.

    Assim como criptomoedas, outro tipo de investimento arriscado, NFTs existem no blockchain, que não tem uma regulação oficial por instituições financeiras, como acontece em investimentos conservadores, como Tesouro Direto e CDBs.

    Além disso, NFTs são investimentos especulativos. Isso significa que você adquire um token não-fungível por um preço hoje, esperando revendê-lo por um valor maior no futuro. Mas não há qualquer garantia de que esse valor vai subir…

    Por outro lado, não há limites para o rendimento de um NFT. Se, a partir de análises do mercado, você tiver um bom palpite sobre quais tokens não-fungíveis podem ganhar valor, é possível ganhar bastante dinheiro.

    Apesar de ser um investimento arriscado, NFTs podem compor uma carteira diversificada: enquanto outros ativos garantem uma rentabilidade fixa, os NFTs podem aumentar o potencial de ganhos. Mas é preciso avaliar o seu perfil de investidor para montar uma carteira adequada, já que NFTs só são indicados para investidores arrojados, dispostos a correr riscos.

    Além disso, NFTs podem ter um valor agregado que não se mede em dinheiro. Ter a propriedade de uma obra de arte digital rara, por exemplo, pode significar status e reconhecimento. É diferente de outros tipos de investimentos, que se limitam ao seu valor monetário. Nesse caso, estamos falando de valor social.

    Críticas ao mercado de NFTs

    Em geral, uma pessoa que possui um NFT não tem a garantia de exclusividade nem de diretos autorais sobre o ativo.

    A reprodutibilidade continua como antes: qualquer pessoa pode usar nas suas redes sociais um meme registrado em blockchain e vendido por milhões de dólares. Mas somente a pessoa que possui o token tem o registro da criação original.

    Além disso, essa pessoa também não pode usar o criptoativo comercialmente — na capa do seu livro ou em um anúncio da sua empresa, por exemplo. Afinal, o NFT não transmite os direitos autorais, é apenas um registro de autenticidade.

    Então, muitas críticas ao mercado de NFTs questionam: se os NFTs não garantem exclusividade nem direito livre de uso, por que eles valem tanto? Nesse sentido, os críticos acusam o mercado de NFTs de uma grande fantasia, que leva os investidores a apostar altas cifras de dinheiro em transações sem um valor real.

    No episódio #261 do Viracasacas Podcast, você pode acompanhar uma discussão sobre esse assunto:

    Você já ouviu falar da “teoria do mais tolo”? Trata-se de uma expressão usada na bolsa de valores que diz que sempre haverá alguém mais tolo disposto a pagar um valor mais alto pelo que você pagou em um ativo.

    Isso geralmente acontece nas bolhas financeiras, que podem ser entendidas como explosões de irracionalidade que levam os investidores a pagarem muito mais por um ativo do que o seu valor intrínseco ou essencial.

    Talvez isso esteja acontecendo com NFTs: as pessoas estão pagando valores exorbitantes por ativos que ainda não mostraram seu valor real, esperando que alguém mais tolo pague caro por eles no futuro. O problema é que as bolhas podem se tornar insustentáveis e estourar.

    Um exemplo já pode ser visto com o fracasso da revenda do primeiro tweet da história, como relata a Forbes. Em março de 2021, o empresário Sina Estavi comprou o NFT do primeiro tweet escrito por Jack Dorsey, criador do Twitter, por U$ 2,9 milhões.

    Ele caiu na teoria do mais tolo e pagou caro por um NFT. Porém, não arranjou outro mais tolo para pagar mais que ele: em abril de 2022, os lances pelo primeiro tweet da história chegaram a apenas U$ 10 mil, uma queda de 99% no valor. É possível, ainda, que o NFT recupere e aumente seu valor, mas esse é um exemplo do problema desse tipo de investimento.

    Além disso, os NFTs sofrem críticas quanto à sua autenticidade. A rede descentralizada do blockchain tem o papel de atestar a veracidade das transações, mas pode falhar na avaliação da originalidade da produção digital. Existe uma grande vulnerabilidade a fraudes e comercialização de NFTs fakes, ou seja, cópias apresentadas como se fossem originais.

    Muitos artistas relatam que veem suas obras sendo vendidas em plataformas de NFTs sem autorização deles. Ou seja, são cópias descaradas, sem qualquer comprovação de originalidade, sendo vendidas a altos preços.

    Portanto, se você pretende investir em NFTs, fique de olhos bem abertos sobre o que você está comprando. Utilize as plataformas conhecidas e informe-se bem sobre os tokens à venda para não cair em ciladas.

    Como comprar um NFT?

    Se você gostou da ideia de investir em NFTs — com toda a cautela que recomendamos —, precisa saber como comprar seus tokens não-fungíveis.

    Ainda não é tão simples comprar um NFT, porque não é só passar os dados do cartão de crédito — você precisa ter uma carteira de criptomoedas. Para isso, é preciso usar uma carteira digital, que pode incluir diversos tipos de criptomoedas. Estas são algumas das mais usadas:

    Depois, você deve adquirir seu dinheiro digital. Para isso, cadastre-se em uma instituição financeira que comercializa criptomoedas, como estas:

    Depois de aprovar o seu cadastro e comprar criptomoedas, a instituição deve transferir o valor para a sua carteira digital. Então, você já pode adquirir NFTs em marketplaces dedicados a isso. Estas são algumas das opções mais conhecidas:

    Pronto, agora você já pode comprar NFTs! Nessas mesmas plataformas, você pode revender os NFTs que comprar. Basta encontrar alguém que pague um preço mais alto que você pagou para fazer seu dinheiro render.

    Como criar e vender um NFT? 

    Qualquer pessoa pode criar e vender um NFT. E é possível criar NFTs a partir de qualquer criação digital, como uma fotografia, um vídeo ou uma obra de arte digital. 

    Mas esteja ciente que não é qualquer produção que vai vender, ser desejada pelas pessoas e alcançar valores milionários. Assim como nas vendas físicas, você precisa ter algum bem que as pessoas desejem, que tenham algum valor para elas.

    Se você quer apostar em uma criação digital e vendê-la como NFT, é preciso seguir alguns passos. Primeiramente, você precisa ter uma carteira digital, como a MetaMask, a Coinbase Wallet  ou a Atomic Wallet, que já indicamos anteriormente.

    Depois, você deve se cadastrar em um dos martketplaces de NFTs, como o OpenSea, o Binance NFT, o Solanart ou o Nifty Gateway, que também já indicamos antes. Lá você vai conectar a sua carteira digital à plataforma.

    Então, basta cadastrar o item que você deseja colocar à venda e definir se deseja vender por um valor fixo ou em leilão. Quando o item for vendido, o valor vai direto para a sua carteira digital.

    Enfim, essas são as informações que você precisa para começar a entender o universo de NFTs. Sim, tudo o que falamos aqui é apenas o começo de um assunto que rende muitas conversas e discussões. Para muitas pessoas, ainda é um conceito abstrato, que não faz parte da vida real. Para outras, já são oportunidades valiosas de ganhar dinheiro.

    O certo é que, se você tem uma empresa ou trabalha com marketing, deve ficar de olho no mercado de NFTs e todas as novidades que o metaverso deve trazer. Se a sua marca está em processo de transformação digital, esses conceitos devem estar na sua mira.

    Se as pessoas vão migrar para uma nova realidade virtual, ainda é uma dúvida, mas você já deve estar alguns passos à frente se o mercado se voltar para os NFTs. Não deixe essa oportunidade passar.

    Agora, aproveite para ler mais sobre como as marcas estão usando NFTs e quais resultados estão obtendo com isso. Quem sabe, você também se inspira e começa a investir em tokens não-fungíveis nas suas estratégias!

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