Por Ana Júlia Ramos

Redatora freelancer da Rock Content

Publicado em 11 de fevereiro de 2019. | Atualizado em 24 de julho de 2020


Proatividade é o ato de agir rapidamente e de modo estratégico, ou seja, é “tomar situações” para si mesmo, pegar para fazer e desenvolver atitudes capazes de prever problemas e agir antes mesmo de eles acontecerem.

Pense nas suas principais características como profissional de marketing. Se “proatividade” passou pela sua cabeça, você faz parte de um grande grupo que acredita carregar consigo essa qualidade tão valorizada no mercado de trabalho, assim como a produtividade.

Mas será que, de fato, você é uma pessoa proativa? De todas as vezes que a palavra foi dita ou ouvida por você, quantas delas foram realmente genuínas? Refletir sobre isso é muito importante, tendo em vista que a proatividade é uma soft skill exigida nas empresas e você deve dominá-la para se destacar no mercado e conquistar posições mais altas na sua carreira.

Neste post, vamos ajudar você a compreender de uma vez por todas o que é ser proativo e o motivo de muita gente se confundir em meio a conceitos aparentemente similares, mas com significados bem diferentes.

Vamos lá?

O que é proatividade?

Proatividade é um termo referente ao comportamento que antecipa e responsabiliza as ações diante de situações específicas. Por isso, ele tem sido muito usado nos meios corporativos, tornando-se popular entre empresas e profissionais nos dias de hoje, apesar da palavra existir no campo da psicologia experimental desde a década de 1930.

De forma simples e direta, proatividade é o ato de agir rapidamente com a finalidade de evitar complicações futuras.

É também “tomar situações” para si mesmo, pegar para fazer e desenvolver atitudes capazes de prever problemas e agir antes mesmo de eles acontecerem.

Quando não consegue prever o problema, o proativo se movimenta para trazer qualquer melhora possível para a situação em vez de reclamar enquanto espera a solução cair do céu.

Para exemplificar, pense naquele profissional que está constantemente em atividade, participando de conversas, liderando grupos e situações — não necessariamente em posições de gerência — com a finalidade de fazer com que os processos sigam de forma fluida, correta e sem complicações.

Pessoas proativas não permanecem sentadas na própria mesa esperando as coisas acontecerem: elas se levantam e fazem acontecer.

Além disso, o senso de responsabilidade é desenvolvido de maneira muito legal, já que não existe essa de “o problema não é meu”. Questões negativas são vistas como responsabilidade da equipe como um todo, e não como um fardo a ser exposto de forma desmotivadora.

Qual a diferença entre proatividade, produtividade e outros conceitos

O fato de a proatividade ter se tornado extremamente popular fez com que, muitas vezes, ela perdesse seu sentido. É muito comum confundir a proatividade com conceitos como a produtividade e usá-los como características que englobam uma série de outros fatores alheios ao que é ser proativo.

Pensando nisso, vamos esclarecer brevemente os conceitos que são confundidos com maior frequência.

Produtividade X proatividade

A produtividade consiste em uma característica de pessoas que conseguem realizar um bom volume de trabalho no menor espaço de tempo possível.

Ela também pode ser associada quando alguém produz um maior volume de trabalho gastando menos mão de obra ou tendo menor prejuízo, por exemplo.

Pessoas produtivas costumam entregar mais do que a média, podendo ter maior facilidade ao lidar com prazos.

Produtividade X iniciativa

Ter iniciativa é “pegar para fazer” e acolher demandas para si próprio com facilidade e frequência. Também significa propor coisas novas, ter ideias e, mais do que isso, falar sobre elas e estimular tomadas de decisão

Essa é uma característica fundamental de quem é proativo, porém, as palavras não são sinônimas. A proatividade é a união de várias atitudes menores — uma delas é, justamente, a iniciativa, porém, não é possível resumir o conceito em apenas uma “ subcaracterística ”.

Vamos pensar na iniciativa como uma de várias palavras dentro de um guarda-chuva maior, que é, precisamente, a proatividade.

Produtividade X reatividade

Pessoas reativas são aquelas que respondem a estímulos de forma quase que automática.

Quem tem característica reativa pode não pensar tanto antes de responder, o que é até bom em certas situações — como aquelas em que o profissional está sob pressão e precisa tomar atitudes rápidas — mas, em vários outros casos, se torna algo relativamente negativo.

A característica reativa é facilmente alterada por estímulos externos, já que não existe muito tempo ou espaço para relativizar e pensar melhor nas coisas.

Pense neste exemplo hipotético e não generalizado: ao receber uma resposta mal-humorada do chefe em uma segunda-feira de manhã, uma pessoa reativa acaba não pensando muito nos fatores externos e pode responder ao mau-humor com ainda mais hostilidade.

No caso da pessoa proativa, o fator externo vai ser levado em consideração, afinal, todos temos dias ruins, não é mesmo?

Além disso, segundas-feiras podem deixar qualquer pessoa de cabeça quente, então, que tal respirar e compreender se, de fato, aquela pessoa quis causar desconforto com sua fala, trabalhando a empatia em situações desse tipo?

Como saber se você é uma pessoa proativa? Quais são as características?

Agora que falamos um pouquinho sobre a proatividade, seu conceito e diferença em relação a outros termos, é hora de saber quais são as principais vantagens de ser um profissional mais proativo.

Será possível prever situações delicadas

E agir melhor quando elas acontecerem! Afinal, quem é que gosta de tomar decisões sob pressões externas?

Deve ser muito difícil encontrar uma pessoa que tem prazer em receber a notícia de que uma demanda supercomplicada precisará ser entregue na manhã seguinte.

Quando a característica proativa é desenvolvida em uma pessoa, essas situações vão se tornar cada vez mais raras — acontecendo realmente apenas em casos em que o fator externo foi mais forte.

Digo isso pelo seguinte (e muito simples) motivo: estar interessado na situação da equipe como um todo faz com que o profissional esteja a par do que vem acontecendo no seu ambiente de trabalho.

Dessa forma, quando uma atmosfera negativa começa a surgir no ar — seja um cliente complicado, dificuldade em executar as tarefas no prazo, falta de orçamento para colocar os projetos em prática —, o proativo já vai estar preparado para agir.

O conhecimento aumenta a cada dia

Desconheço sensação melhor profissionalmente do que a de se sentir inteligente e útil. A frustração — e fenômenos como o Burnout e a Síndrome do Impostor — podem ser ainda mais agravados quando existe uma atmosfera morosa no dia a dia.

A sensação de estar estagnado e de não conseguir aprender mais faz com que pensamentos de autossabotagem ganhem espaço na própria mente.

Aprender nunca é demais e, em um mercado de trabalho que vive momentos desafiadores, você deve ser a melhor versão profissional possível de si mesmo.

Eu sei, você sabe e, provavelmente, todo mundo que já trabalhou pelo menos uma vez na vida tem em mente que chega um momento no qual é difícil pensar em estudar e expandir a gama de conhecimento.

A rotina de trabalho se torna cansativa e, de fato, imaginar uma “carga de trabalho maior” pode dar preguiça só de pensar.

Profissionais proativos, porém, não vão pensar nos contras em estudar, fazer um curso ou ler um artigo diariamente. A característica de fazer acontecer e não ficar parado aumenta (e muito!) a gama de conhecimento.

Essa, por sua vez, é uma característica altamente valorizada no mercado, podendo trazer inúmeros benefícios em curto, médio ou longo prazo.

A gestão do tempo melhora

Pense naquela pessoa que está sempre correndo: demandas atrasadas, mil reuniões, fatores externos que acabam por comprometer as entregas e, em meio à outras características negativas, prejudicam a rotina daquele profissional.

Procrastinar — ou “deixar para depois” —- atinge muito mais gente do que você imagina. Em um primeiro momento, talvez, seja possível passar por cima da situação e dar aquele jeitinho de entregar, mas saiba que, muito provavelmente, você vai estar sempre correndo.

Pessoas proativas conseguem gerir seu tempo de forma muito melhor, já que lidam com as demandas de forma prática e ágil: chegou tarefa nova? Tratemos logo de fazê-la, afinal, deixar para depois vai apenas comprometer todo o processo de entrega!

Não deixar as entregas para a última hora contribui, inclusive, com o processo de lidar com metas e alcançá-las melhor.

O que é proatividade no trabalho e como usá-la

Mesmo que você não se considere um profissional proativo, saiba que é possível desenvolver essa competência.

Para isso, confira o passo a passo de como ser mais proativo no trabalho. Siga as dicas a seguir:

1. Antecipe problemas e soluções

Uma atitude fundamental para ter proatividade é identificar problemas e criar soluções sem delegar a culpa para os colegas.

Nesse caso, um profissional proativo assume a responsabilidade e toma medidas para corrigir problemas e melhorar pontos fracos da empresa, sem que o líder tenha que delegar tarefas.

“Proativos vivem o hoje, mas sem esquecer o amanhã. Pensam sempre à frente, orientam-se pelo longo prazo”, afirmam Leonardo Araújo e Rogério Gava, autores do livro Empresas proativas 4.0 (Alta Books, 2019).

2. Aposte no networking

Criar uma rede de relacionamento, valorizar parcerias e atuar de forma conectada também é uma forma de ser mais proativo no trabalho.

É o que afirmam Araújo e Gava no livro: “A proatividade é uma prática social, ninguém é proativo sozinho”. 

3. Entenda qual é a sua motivação profissional

Outro passo importante é identificar o que motiva a sua atuação profissional e aonde você quer chegar.

Com objetivos em mente, fica mais fácil ter um papel ativo na organização, justamente por colocar um propósito em cada iniciativa realizada.

4. Invista em um processo de autoconhecimento

Conhecer as suas habilidades, limitações, forças e fraquezas é essencial para saber quais competências você precisa desenvolver para ser um profissional mais participativo e engajado.

Isso acontece principalmente porque o autoconhecimento permite entender a raiz de cada comportamento adotado no trabalho e aplicar as mudanças desejadas.

5. Invista na sua qualificação

O profissional que não para de aprender tem mais conhecimento e referências para ser proativo na prática, sugerindo mudanças e soluções relevantes para a empresa.

Principalmente em áreas altamente qualificadas, unir competências técnicas e comportamentais é fundamental para se destacar.

6. Desenvolva a visão sistêmica

Se você quer ser mais proativo no trabalho, também precisa aprimorar a visão sistêmica para enxergar os processos da empresa ou do setor como um todo, identificando etapas que podem ser melhoradas.

Essa habilidade permite enxergar soluções com clareza para implementá-las na prática.

7. Não tenha medo de dar sugestões

O medo de compartilhar ideias e sugerir soluções para os problemas da empresa é uma barreira à proatividade.

Portanto, faça contribuições, dialogue com colegas e superiores e exponha o seu ponto de vista.

8. Separe as pessoas dos problemas

Em um artigo para a revista Forbes, a coach de liderança Tracey Grove destaca que se concentrar no problema, e não nas personalidades por trás deles, ajuda o profissional a encontrar soluções sem envolver ataques pessoais e a ser mais proativo. 

“O foco no compartilhamento de informações e na construção de relacionamentos nos prepara para os desafios inevitáveis ​​que surgem no trabalho”, aponta a autora.

9. Não reclame, traga soluções!

Uma característica que vem morrendo junto com os velhos hábitos do mercado de trabalho é a famosa reclamação. Lidar com alguém que reclama com alta frequência era muito mais tolerável no passado. Agora, essa característica é abominável!

É claro que nem tudo — ou todos os dias — são flores. Reclamações existem e, quando elas são bem fundamentadas, não devem ser guardadas para si mesmo.

Que tal, porém, mudar um pouco o seu mindset, ou seja, a forma de vê-las? Pense no seguinte: sempre que você tiver alguma reclamação a fazer, primeiramente, pense no quanto ela é construtiva.

Vale a pena chamar algum colega de trabalho ou até mesmo seu superior para falar a respeito? Se não, guarde para si ou fale com alguém fora do trabalho. Não contamine a equipe com reclamações sem motivo!

Se valer a pena, cultive o hábito de, para cada reclamação, ter uma proposta de melhora.

Nunca (apenas quando realmente não tem jeito) chegue com a reclamação sozinha. Depois de analisar a situação e identificar o problema, você vê uma possibilidade positiva de lidar com ele? O que pode ser feito?

10. Questione-se

O autoconhecimento é um grande caminho para atingir a proatividade. É importante se questionar a todo momento: como você se vê profissionalmente? Aonde quer chegar nos próximos meses? Quais características acredita que precisa melhorar? Quais são aquelas que devem ser valorizadas?

Quando nos tornamos profissionais mais questionadores a respeito do nosso próprio trabalho, sabemos exatamente o que deve ser valorizado e o que deve ser jogado fora.

Aquela questão de reclamar o tempo todo, assim como outras atitudes não muito positivas no mercado de trabalho, vão sendo eliminadas à medida que posições importantes tomam lugar e a proatividade é desenvolvida.

11. Organize-se e coloque a mão na massa!

Não dá para ser proativo em meio a uma rotina de trabalho bagunçada e sem perspectiva. Depois de organizar suas próprias demandas e ter uma visão ampla da sua rotina de trabalho, será possível entender questões-chave como a viabilidade das tarefas. 

5 inimigos da proatividade que você deve combater

Assim como você deve compreender a importância da proatividade para o seu dia a dia, bem como as melhores maneiras de desenvolvê-la, é interessante que entenda quais são os inimigos desse conceito. 

Ou seja, é preciso entender quais são os vilões que podem tornar você menos proativo e, em seguida, buscar maneiras de combatê-los e se tornar um melhor profissional.

A seguir, vamos apresentar uma lista com alguns dos principais inimigos da proatividade. Siga a leitura e confira!

1. Procrastinação

A psicologia classifica a procrastinação como o ato de adiar tarefas. É aquela velha história de ficar deixando as atividades mais difíceis ou cansativas para depois e nunca mais fazê-las. Além disso, hoje em dia, tem sido muito mais fácil procrastinar, tendo em vista que temos um amplo universo em nossas mãos.

Imagine, por exemplo, uma agência de publicidade que tenha um cliente bastante exigente. Se os os colaboradores procrastinarem muito e as tarefas não forem executadas corretamente e no prazo certo, é bem provável que haja atraso nas entregas.

Agenda dessa forma, a agência perderá clientes! Por isso, o mais sensato a se fazer é criar um modelo de mapa mental a ser seguido e evitar a procrastinação.

Com poucos cliques na tela do celular, qualquer pessoa tem acesso a uma infinidade de conteúdos, mas que não devem ser acessados em horário de trabalho. Acompanhar um vídeo engraçado no YouTube, participar de discussões nas redes sociais e ler as notícias do dia são atividades que podem levar muito mais tempo do que você imagina.

Acaba que todos esses conteúdos demandam muita atenção e você perderá oportunidades de ser proativo. Por isso, evite o uso de redes sociais, conversas com colegas de trabalho e outras atividades que podem fazer você procrastinar. Assim, ser proativo será muito mais fácil no seu dia a dia.

2. Resistência ao novo

A proatividade está muito ligada à criatividade e, para ser criativo, é preciso ser uma pessoa com a mente aberta. É necessário respeitar as pessoas, buscar compreender diferentes visões de mundo e entender que o mundo passa por mudanças o tempo todo.

Assim, o que é tendência hoje pode estar ultrapassado amanhã, principalmente em áreas tão voláteis, como é o caso da comunicação e do marketing.

Imagine, por exemplo, uma agência de publicidade em que todos os colaboradores tenham se formado ainda na década de 1990 e nunca mais buscaram nenhum tipo de atualização, por serem resistentes ao novo. Você acredita que ela teria sucesso? Seria possível que eles fossem proativos ao propor uma ideia de campanha para os clientes?

Provavelmente não, até pelo fato de até poucos anos atrás a internet não ter sido tão desenvolvida como é hoje, sendo a janela principal para a produção de conteúdos e materiais publicitários. Logo, a resistência ao novo é algo que não condiz com uma pessoa proativa e esse é mais um vilão que você deve combater.

3. Ausência de foco

Para ter ideias inovadoras e bons insights, é preciso ter foco. Por isso, é preciso criar maneiras de estar sempre focado em colher os melhores resultados, seja na vida pessoal, seja na carreira.

O mais indicado a ser feito, nesse sentido, é definir metas e prazos a serem cumpridos. Trabalhe sempre com uma boa margem de tempo, para que todas as suas atividades possam ser desenvolvidas dentro do período esperado, mesmo que algum imprevisto aconteça.

Ao trabalhar com prazos e metas, você terá mais foco. Isso permitirá que você pense em novas alternativas para executar um mesmo processo, por exemplo. Logo, a proatividade estará presente na sua vida.

4. Não aprimoramento da resiliência

A física define a resiliência como uma propriedade que alguns corpos têm de voltar ao seu estado normal depois de terem passado por uma deformação elástica. Trazendo esse conceito para o sentido figurado, podemos compreender o termo como uma metáfora para as pessoas que têm facilidade de se recompor depois de algo ruim ter acontecido.

Ser resiliente significa não se perder pelo caminho, conseguir manter o foco e se reerguer, mesmo nas situações mais adversas. Se você planejou um anúncio para um cliente e os resultados não foram os esperados, por exemplo, isso não significa o fim da parceria, nem que houve perda de confiança nos seus serviços.

Porém, se você pensar assim, começará a produzir em “piloto automático”, não pensará em ideias inovadoras, e nem mesmo terá o espírito de liderança necessário para administrar as atividades da sua equipe. 

Aprimorar a resiliência, portanto, é muito importante para que você seja um profissional mais proativo, com mais iniciativa para propor ideias e fazer além do básico.

5. Falta de interesse em aprender

Os novos aprendizados estão diretamente ligados à proatividade. Como explicamos, no mundo atual tudo é muito volátil, principalmente em áreas que se relacionam diretamente com a tecnologia, como é o caso da comunicação.

Isso não quer dizer que aprendizados antigos, como as teorias defendidas por Marshall McLuhan, devam ser descartados. Porém, eles devem ser sempre atualizados, trazendo novos conhecimentos, que somem aos anteriores, fazendo com que você seja um profissional apto para inovar.

Fazer cursos online, ler artigos em blogs e revistas da sua área de atuação, praticar o networking, fazer uma pós-graduação… São diversas as fontes de aprendizado e você deve ficar atento a todas elas para ter bons resultados na sua carreira, bem como desenvolver a habilidade de ser proativo, algo que é tão necessário no mundo corporativo atual.

O tempo atual é suficiente para fazer tudo que é designado a você?

Em meio à organização, tenha um espírito de liderança e se responsabilize por suas ações. O que você pode fazer para melhorar sua rotina de trabalho? Como pode transformar os prazos em algo mais atingível — sempre com qualidade?

Depois de “varrer a casa” e entender a situação do trabalho, é hora de colocar a mão na massa e se tornar muito mais do que um executor. Proponha melhorias, se faça presente e mostre que você vê além daquilo que foi designado. Temos a certeza de que capacidade para isso, você tem! Basta tirar as ideias do papel e colocar em prática tudo aquilo que ensinamos por aqui.

Acredite em mim: o mercado de trabalho valoriza muito aquelas pessoas que pensam além das funções atribuídas!

Se você gostou deste conteúdo e acredita que a proatividade é imprescindível para qualquer profissional, leia agora mesmo o nosso guia completo sobre liderança e como ser um bom líder.

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